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Um novo olhar sobre o cotidiano


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Um novo olhar sobre o cotidiano


Antropologia visual é uma forma de tornar inteligível aquilo que é de domínio do sensível.

 

É observando comportamentos, objetos e espaços que a antropologia visual revela a teia de significados que orienta e dá  sentido a sensações, emoções e memórias compartilhadas dentro de um contexto cultural.

Sob a égide da antropologia visual, o processo de pesquisa deixa de ser exclusivamente centrado na palavra e se abre a uma percepção multissensorial da realidade, com muito mais camadas e nuances.

Materialidade é a forma que encontramos para tornar evidente, tangível e presente nossas memórias, sentimentos, experiências e idéias.
— Daniel Miller, 2001
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A casa


como museu autobiográfico

A casa


como museu autobiográfico

Nossa casa representa os bastidores de nossa vida. Lugar de retiro e privacidade que reúne em um só lugar resquícios de quem fomos, evidências do que somos, e indícios de quem desejamos ser. Mais do que um abrigo, é um museu autobiográfico onde damos forma a tudo aquilo que nos faz sermos o que somos.

Nesta espaço, buscamos entender como marcas, produtos e serviços participam do cotidiano das pessoas, ajudam a dar forma a seu espaço e servem de pano de fundo para que contem suas histórias, revelando hábitos, preferencias e estilos. 

Memórias do mundo exterior nunca terão a mesma tonalidade das lembranças da casa. Evocando as lembranças da casa, adicionamos valores aos sonhos
— Gaston Bachelar, 1989
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A cidade


como plataforma de encontros, coletividade e imprevisibilidade

A cidade


como plataforma de encontros, coletividade e imprevisibilidade

A rua, que eu acreditava poder preencher minha vida com seus desvios surpreendentes; a rua, com seus cuidados e olhares, era meu verdadeiro elemento. Lá pude testar como em nenhum outro lugar os ventos da possibilidade.
— Andre Breton, 1924

A cidade é  a chave que conecta nossas experiências, um ambiente fundamental para a construção de nosso ideário social.

É nesse espaço que trazemos a tona uma versão coerente e racional de nós. Escolhemos nossas roupas, adornamos nosso corpo e controlamos nossas maneiras e manias para ao mesmo tempo causar uma impressão, manter nossa identidade e se enquadrar ao contexto. 

No espaço público as marcas são responsáveis por nos atribuir uma identidade social, servindo como símbolos capazes de nos associar ou diferenciar coletivamente.

 


Quer entender como a Antropologia Visual pode ampliar sua forma de perceber o mundo?

A gente pode te ajudar